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Fim do Mundo em 2012 com planeta Nibiru ou
planeta X é farsa:
Não precisa fazer muitos esforço para descobrir
que não seremos destruídos por nenhum planeta
chamado Nibiru.
"O fundamental é que Nibiru é um mito, sem
nenhuma base na realidade. Para um astrônomo, as
alegações persistentes sobre um planeta que
está ‘próximo’, mas
invisível é simplesmente idiota. Mesmo que
quisessem, não poderiam manter Nibiru em segredo", disse
ele."Se fosse real, seria seguido por milhares de astrônomos
amadores e profissionais. Estes astrônomos estão
espalhados pelo mundo", concluiu o Dr. Morrison o
astrobiólogo da Nasa (Sociedade Astronômica do
Pacífico).
Diferença entre Meteoróide,
Meteoro e Meteorito:
O corpo sólido que entra na atmosfera é um meteoróide
que, ao queimar, produz o fenômeno luminoso, meteoro.
Se sobrar resíduo e cair um pedaço na Terra,
é chamado de meteorito.
Não muito longe daqui, milhares de toneladas de rochas
navegam no espaço. Ao caírem sobre a Terra,
recebem o nome de meteoritos. Uma das maiores é o
asteróide Ceres 1, com diâmetro entre 941 e 1003
quilômetros, o maior asteróide do
"cinturão de asteróides", compreendido entre as
órbitas de Marte e Júpitere e é o
corpo mais maciço da região do sistema solar
(também classificado como "planeta anão".
Diversos mecanismos podem fazê-los sair de suas
órbitas. Como exemplo, a colisão entre os
próprios asteróides ou a forte
atração gravitacional de Júpiter, que
pode modificar a trajetória alguns deles, deslocando-os do
Cinturão para uma nova órbita, capaz de cruzar a
órbita terrestre.
Outro grupo de asteróides, conhecidos por Apolos, Amor e
Atens, circulam em regiões distintas do Sistema Solar. Estes
objetos representam um risco muito mais imediato do que os do
Cinturão, já que suas órbitas naturais
cruzam a órbita da Terra.
Não é preciso ser um cientista para imaginar os
resultados de uma colisão com essa coisa, mas vamos ao que
eles dizem: um asteróide com 10 metros de
diâmetro, movendo-se em direção
à Terra, a 32 mil km/h, teria um impacto superior ao de uma
bomba atômica. Se tiver um quilômetro, o impacto
equivaleria a um milhão de bombas atômicas e a
Terra ficaria em escuridão total por meses. Haveria
contaminação química de lagos, solos e
rios, e a temperatura cairia dezenas de graus, transformando o planeta
num grande freezer. Tudo seria destruído.
Perigo em 2880
Segundo a Nasa (agência espacial norte-americana), o perigo
real está reservado para o dia 16 de março de
2880.
Nesse dia, há uma chance significativa de que o meteoro
catalogado como 1950 DA, com pouco mais de um quilômetro de
diâmetro, se choque com a Terra. O impacto de uma rocha desse
porte, zunindo a 66.600 km/h, teria a intensidade de milhares de bombas
atômicas.
Uma área num raio de 300 quilômetros do impacto
seria totalmente devastada. E o resto do planeta entraria no chamado
inverno nuclear: a atmosfera abrigaria toda a poeira erguida na
pancada, impedindo a entrada da luz solar e matando toda a vida
vegetal. Sem as plantas, os animais morrem. Sem animais e vegetais, a
situação pode ser definida em três
palavras: fim da civilização.
Mas não se desespere. Quando os cientistas dizem "uma chance
significativa", estão longe de querer dizer "certeza".
Segundo a turma do JPL, o Laboratório de
Propulsão a Jato da Nasa, a possibilidade de o impacto
descrito acima acontecer é de 1 em 300 (0,33%).
A razão para tamanha incerteza é que calcular a
órbita de um asteróide por um período
de tempo tão grande não é nada
fácil. A equipe do JPL publicou um estudo na "Science" no
início do ano que está mais para um "tour de
force" matemático.
E, embora a probabilidade de impacto seja pequena, é a maior
já calculada para um astro do tipo. "É
três ordens de magnitude [mil a dez mil vezes] maior que a
probabilidade calculada para qualquer outro objeto", diz o estudo.
Fonte: Folha Online de 06/09/2002
O maior meteorito já achado (Hoba, na
Namíbia-sudoeste da África) pesa 60 toneladas.
O meteorito de Bendegó, o maior meteorito brasileiro,
pesando 5360 kg, é constituído por 95,1% de
ferro, 3,9% de níquel e 1% de outros elementos.
Na Cordilheira Mexicana foram encontrados grandes meteoros com
até 40 toneladas de peso; estes, bem como, o
Bendegó, classificam-se em meteoros holossideritos,por serem
compostos essencialmente de ferro e níquel.
O Bendegó foi encontrado em 1784, próximo a
cidade de Monte Santo, perto do riacho de Bendegó, no
sertão da Bahia, pelo menino Bernadino da Motta Botelho,
quando tomava conta de algumas cabeças de gado.
Até hoje e não se sabe a data que ele caiu.
Somente em 1887 uma expedição, chefiada por Jose
Carlos de Carvalho, tenente da Marinha, na epoca, foi ate o local e
trouxe para o Rio de Janeiro, a pedido de D. Pedro II e de alguns
membros da Academia de Ciências de Paris. Ele esta no Museu
Nacional, na Quinta da Boa Vista, desde 1888.
Um bom exemplo do que acontece quando um asteróide pequeno
bate na Terra é a Cratera de Barringer (também
conhecida como a Cratera do meteoro) perto de Winslow, Arizona. Foi
formada por um meteoro férreo há aproximadamente
50.000 anos atrás.
Ele tinha cerca de 30-50 metros de diâmetro. A cratera tem
1200 metros em diâmetro e 200 metros de profundidade. Foram
identificadas aproximadamente 120 crateras de impacto na Terra.
Um mais recente impacto aconteceu em 1908 em uma região
despovoada remota da Sibéria ocidental conhecida como
Tunguska . O objeto tinha aproximadamente 60 metros de
diâmetro e provavelmente consistia de muitos
pedaços levemente agrupados. Em contraste com o evento da
Cratera de Barringer, o objeto Tunguska desintegrou completamente antes
de bater no chão e assim nenhuma cratera foi formada.
Entretanto, todas as árvores foram derubadas em uma
área de 50 quilômetros. O som da
explosão foi ouvido em Londres.
Há provavelmente pelo menos 1000 asteróides
maiores que 1 km de diâmetro que cruzam a órbita
da Terra. Um destes atinge a Terra pelo menos uma vez a cada um
milhão de anos em média. Os maiores
são menos numerosos e os impactos são menos
freqüentes, mas algumas vezes acontecem e com
conseqüências desastrosas .
O impacto de um cometa ou asteróide com o tamanho de
Hephaistos ou SL9 que bateu na Terra foi provavelmente o
responsável há 65 milhões de anos
atrás pela extinção dos dinossauros .
Deixou uma cratera de 180 km agora enterrada debaixo da selva perto de
Chicxulub na Península de Iucatã.
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